Julius Robert Oppenheimer (22 de abril de 1904 – 18 de fevereiro de 1967) foi um físico teórico americano e professor de física na Universidade da Califórnia, Berkeley. É frequentemente citado como o "pai da bomba atômica" por seu papel fundamental no Projeto Manhattan, o esforço de pesquisa e desenvolvimento durante a Segunda Guerra Mundial que produziu as primeiras armas nucleares.
Principais Aspectos da Sua Vida e Carreira:
Formação e Início da Carreira: Oppenheimer estudou em Harvard, Cambridge e Göttingen, obtendo seu doutorado em física teórica. Ele contribuiu significativamente para áreas como Mecânica Quântica e física nuclear antes da Segunda Guerra Mundial.
Direção do Laboratório de Los Alamos: Em 1943, Oppenheimer foi nomeado diretor do Laboratório de Los Alamos no Novo México. Lá, ele liderou uma equipe de cientistas, engenheiros e técnicos na criação das primeiras bombas atômicas.
O Teste Trinity e o Bombardeio de Hiroshima e Nagasaki: Oppenheimer supervisionou o Teste Trinity, a primeira detonação de uma arma nuclear em julho de 1945. As bombas atômicas desenvolvidas sob sua liderança foram posteriormente usadas para bombardear Hiroshima e Nagasaki, no Japão, em agosto de 1945.
Pós-Guerra e Dúvidas Morais: Após a guerra, Oppenheimer tornou-se um influente consultor do governo em questões de política nuclear. No entanto, ele expressou preocupações sobre a proliferação de armas nucleares e defendeu o controle internacional da energia atômica. Ele também passou a ser atormentado por dúvidas morais sobre o impacto destrutivo da tecnologia que ajudou a criar.
Audiência de Segurança e Exclusão: Em 1954, Oppenheimer foi submetido a uma controversa audiência de segurança pelo governo dos Estados Unidos. Ele foi considerado um risco à segurança devido às suas associações passadas com pessoas ligadas ao Partido Comunista e suas opiniões sobre política nuclear. Sua autorização de segurança foi revogada, efetivamente o impedindo de trabalhar em projetos governamentais confidenciais.
Reabilitação e Reconhecimento Póstumo: Apesar da controvérsia, Oppenheimer continuou a lecionar e pesquisar em Princeton. Em 1963, ele recebeu o Prêmio Enrico Fermi do Presidente Lyndon B. Johnson, como um gesto de reabilitação. Ele é lembrado como uma figura complexa, um brilhante cientista que teve um papel fundamental na criação de uma das armas mais poderosas da história e que, posteriormente, lutou com as implicações morais de sua invenção.
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